terça-feira, 23 de setembro de 2008

O Deus Criador


A Bíblia começa apresentando Deus como criador: “No princípio Deus criou os céus e a terra.” (Gn.1.1). Ser criador do universo é um predicativo exclusivo do nosso Deus. Os ídolos que existem por aí não criaram nada. Pelo contrário, eles mesmos foram criados por alguém. Os diversos espíritos, que são cultuados em várias religiões, não criaram nada, a não ser problemas nas vidas de seus seguidores. Só o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, o nosso Deus, é o Deus criador. Portanto, só ele é digno de ser adorado por todos os seres criados. Do primeiro capítulo de Gênesis, podemos extrair diversos ensinamentos sobre Deus e seu ato criador:
1 - O relato fala de um só Deus criando tudo. Isto anula a crença em vários deuses e a idéia de que cada um deles pudesse ter criado uma parte do universo.
2 - A criação foi realizada em seis dias. Daí entendemos que Deus tem um tempo determinado para efetuar suas obras. Existe o tempo de começar, o tempo de duração e o tempo de término ou consumação.
3 - Houve uma seqüência determinada para que a criação fosse acontecendo. Tudo foi surgindo na ordem certa. Imagine só, se Deus criasse primeiro os peixes para depois criar a água. Ele não fez assim. Existe uma lógica no que Deus faz. Não se trata da lógica humana, mas uma “lógica divina”, que, às vezes, não entendemos, mas que está de acordo com os rígidos padrões do criador.
4 - Ele deu nomes para as coisas criadas : céu, terra, lua, estrela, dia, noite, etc. Isto nos mostra que o Senhor não é Deus de confusão. Ele é organizado. É necessário que cada coisa tenha seu nome e esteja no seu devido lugar afim de que uma coisa não seja confundida com outra. Isto é importante, principalmente para não confundirmos o que é santo com o que é profano.
5 - Deus viu que tudo o que ele fez era bom. Tudo que Deus faz é bom. Até mesmo os castigos sobre seus filhos têm objetivo purificador. Essa bondade foi a marca de Deus colocada na criação. Foi um pouco do caráter divino que marcou o universo. No entanto, essa marca foi manchada quando o homem pecou. Daí em diante, a terra passou a produzir espinhos e a produção da lavoura passou a ser trabalhosa.
Vemos portanto, que o relato da criação é semelhante à ação de um maestro que, no uso de sua habilidade e direção, vai fazendo surgir uma grande variedade de sons que vão se combinando na mais linda harmonia. Por quê Deus criou o universo? Para que o próprio Deus fosse honrado, glorificado e louvado por suas criaturas. Vamos pois buscar a harmonia com o criador e viver para a sua honra. “Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!” (Sl.150.6).

Buscando a glória de Deus



Qualquer projeto que começamos deve ter um objetivo claro definido se quisermos ser bem-sucedidos. Esse objetivo é o que desejamos. Ele deve ser o que nos motiva em oração. Não importa se todos os detalhes correram exatamente como planejamos, contando que o objetivo dado por Deus seja alcançado. Quando Jesus ensinou os Seus discípulos a orar, o objetivo era bem simples: a glória de Deus. Ela era o objetivo único na vida de oração de Cristo.
Quando Jesus ensinou os Seus discípulos a orar, Ele concluiu ensinando-os a dizer: "Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre. Amém" (Mt. 6:13). O carro chefe de tudo que Ele ensinou foi o reino e poder e a glória de Deus. Quando olhamos ao coração de Jesus, quando Ele fez aquela oração sacerdotal, no capítulo 17 de João, somos surpreendidos no quanto Ele estava concentrado na glória de Deus. Ele usa a palavra "glória" 8 vezes, na forma verbal ou substantiva. Jesus ansiava pela glória de Deus e para que Seus discípulos pudessem conhecê-la.
Eu, geralmente, ouço pessoas fazerem orações nobres, pelos doentes, pelo evangelismo mundial, pela igreja, por avivamento, por proteção. Eu creio que Deus quer que façamos tais orações. Mas, nosso alvo na oração deve ser superior a essas petições. Há somente um objetivo para o qual devemos estar orando: a glória de Deus. Todas as outras orações erram o alvo do chamado soberano de Deus sobre nossas vidas.
Nós, geralmente, oramos por coisas maiores e melhores. Nós oramos por mais pessoas, grandes multidões e finanças melhores. Mas, Deus está ansiando para que busquemos Sua face. Ele está observando a motivação do nosso coração. Quando Samuel estava tentando determinar quem seria o líder de Israel, Deus disse a ele: "Não atendas para a sua aparência, nem para a sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como vê o homem. O homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração" (I Sm. 16:7).
O avivamento acontece quando o clamor de nossos corações é pela glória de Deus. O evangelismo é mais eficaz quando o anseio profundo de nossas vidas é pela glória de Deus. Igrejas crescem quando a única motivação delas é a glória de Deus. Batalhas são vencidas. Vitórias são alcançadas quando buscamos Sua glória sobre todas as coisas.
Deus não vai dividir Sua glória com mais ninguém. Somente Ele é digno de toda a glória, honra e louvor. Não há ninguém como Ele. Quando nossos corações anseiam por uma coisa, e uma coisa somente - a glória de Deus - estamos a ponto de ver Deus fazer coisas extraordinárias. Isto deve se tornar a paixão das nossas orações. Deve ser o regozijo de nossos corações. Ó, a glória de Deus! Como nosso corações devem ser consumidos com o desejo de ver Sua glória! Nós, então, vamos entender o que significa orar com o coração de Deus.

domingo, 21 de setembro de 2008

O vale de osso secos



Veio sobre mim a mão do Senhor e me levou em espírito e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos... eram numerosos e estavam sequíssimos... Então me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor... Então profetizei... e eis que se fez um reboliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso... E profetizei como ele me deu ordem: então o espírito entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso Ezequiel 37:1-14)

Uma das mensagens desse texto é a esperança baseada no poder de Deus. Se Deus enviasse o profeta ao meio de pessoas doentes, Ezequiel talvez pudesse sugerir tratamentos para elas. Porém, Deus o coloca diante de mortos, e não apenas isso, mortos há muito tempo, com seus ossos sequíssimos. É um quadro que mostra o fim dos recursos naturais e humanos. Aparentemente, é o fim de tudo. Mas os recursos divinos ainda não se esgotaram. Aleluia!


Aquele vale cheio de ossos desarticulados e misturados mostra a desorganização de uma vida sem Deus. Uma vida. Desorganizada nos sentimentos, nos negócios, nos objetivos, na família, etc. Muitas pessoas hoje são verdadeiros mortos-vivos. Já sepultaram seus sonhos e seus ideais. Deus disse ao profeta: "Filho do homem, profetiza aos ossos: ossos secos ouvi a palavra do Senhor..." A Palavra de Deus é o remédio para o problema do homem. É através da palavra de Deus, a Bíblia, pregada e ensinada, que os mortos espirituais viverão. A Palavra de Deus é viva (Hb.4:12) e comunica vida. Aqueles que receberem de bom grado essa Palavra, serão por ela transformados, vivificados.

Cada osso vai encontrando seu lugar no corpo. Isso pode ser usado de forma aplicada para dizer que cada pessoa vai encontrando sua posição no corpo de Cristo, que é a igreja. Vai encontrando sua razão de viver, sua missão, seu objetivo de vida, sua função.

O texto destaca ainda a importância da ação do Espírito de Deus sobre nós. De nada adianta tudo estar no seu lugar, se não houver a ação do Espírito Santo, se não houver unção, se não houver poder. Seria como um motor de um carro que estivesse bem montado, mas sem o lubrificante e o combustível necessários ao seu perfeito funcionamento. Assim, nossas igrejas não devem ser apenas organizações bem estruturadas. Isso é bom, mas não é suficiente. Não podemos funcionar sem o poder do Espírito Santo, sem a unção de Deus.

Uma vez que estamos vivificados pela Palavra, e ungidos pelo Espírito, tornamo-nos um exército. Deus não ressuscitou aqueles mortos para que cada um fosse cuidar de seus próprios interesses. Deus os ressuscitou para que se tornassem um exército para lutar na causa do Senhor. Aqueles que são vivificados, salvos pelo Senhor, serão usados para alcançar outros. Isso não quer dizer que deixaremos de cumprir com os nossos deveres. Vamos trabalhar, estudar, divertir, etc. Mas nada disso ocupará o lugar de Deus em nossas vidas. Nada disso poderá impedir que façamos nosso trabalho na obra de Deus. Ele nos ressuscitou (Ef.2:1). Logo, nossa vida pertence a ele e vamos viver para a sua glória. Que a graça do Senhor Jesus Cristo seja sobre a sua vida. Amém!

sábado, 20 de setembro de 2008

Homossexualismo á luz da Bíblia




A pratica homossexual é conhecida desde os tempos remotos. Muito se tem debatido sobre isto seja em qualquer área, mas a que mais tem sido atacada pelos militantes homossexuais é a área da religião. Seja quem for que se interponha entre a liberdade de expressão do homossexualismo tem sido duramente combatido, muitos "pastores e líderes" tem feito vista grossa e não combatido esta abominação. É triste ver o pecado ser tolerado abertamente, e muitas vezes defendido com unhas e dentes. Há sérios problemas com a pratica homossexual e suas variantes. Nestes últimos tempos a palavra tolerância tem sido a mais usada na imprensa a cerca do homossexualismo; e no entanto quando se fala nos cristãos é só para malhar. O que Deus diz na Bíblia sobre a pratica homossexual? A Bíblia é imparcial e tolerante nesta área das preferência sexuais de cada um? Ou ela dita como deve ser nossa vida e conduta? Homossexualismo é algo normal, ou Deus abomina?
Vejamos desde o começo:
Gênesis 1:27 E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Deus não criou o Joaquim e o José, Nem Adão e João. Deus fez o homem e a mulher, só o relacionamento entre um homem e uma mulher que é plenamente realizado. O relacionamento homossexual é aberrante de desnatural. Um homem foi criado com certas características e a mulher com outras características distintas. As mulheres geralmente são mais emotivas que os homens, as mulheres tem uma visão de detalhes, a mulher tem uma certa fragilidade maior que os homens. Deus fez dois seres diferentes para viverem em harmonia um com o outro, pela lógica quando pegamos um quebra-cabeças, as peças tem que ser diferentes para se encaixarem. Muitas vezes os homossexuais acreditam que os crentes tem preconceitos contra eles, muitos não entendem que não temos preconceitos contra ninguém, nós devemos e somos ensinados a amar à todos. Mas não podemos e não devemos tolerar o pecado e a Bíblia deixa claro que o homossexualismo é pecado.
Levítico 18:22 Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é;
Para Deus a pratica homossexual é abominação, é pecado, embora várias igrejas moderninhas tenham pregado a favor da pratica homossexual a Bíblia é clara neste ponto:
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.Rm.1:26-27.
A Bíblia chama a pratica homossexual de "PAIXÕES INFAMES", ela não diz que é amor, e deixa claro que não pode haver qualquer tipo de amor na pratica homossexual.
Aqui vale uma advertência, a Bíblia condena TODO tipo de relacionamento homossexual, seja masculino ou feminino, ou seja entre dois HOMENS, ou entre duas MULHERES, interessante é que não existe identidade homossexual por mais que tentem provar isto. Só existem homens ou mulheres. Deus não criou outro ser de outro sexo a não ser estes dois: HOMEM ou MULHER.
A bíblia diz que "mudaram o uso natural" portanto Deus diz que o homossexualismo não é natural. Segundo diz que é "contrário a natureza"; ou seja não é correto falando em termos de biologia e sociologia. Diz que isto é pura "sensualidade", quando falamos sobre não se natural, muitos defensores do comportamento homossexual diz: "mas nós nos satisfazemos muito mais que um casal , um homem e uma mulher"; primeiro, creio que não estejam sendo honestos, mas segundo a Bíblia diz que eles estão se inflamando em sua sensualidade, assim, compreendemos que eles podem satisfazerem-se com seu pecado, mas não se tornam felizes. A Bíblia deixa claro que este tipo de relacionamento é torpe, distorcido.
A Bíblia diz que recebem em si mesmos a recompensa de seu erro. O que acontece é que não estamos aqui para atacar os homossexuais, mas para discordar do homossexualismo.
A Bíblia também é contra o travestismo, ou seja um homem usar roupas de mulher e vice-versa.
Deuteronômio 22:5 Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.
Deus diz que é abominação. Deus criou o casamento e fora disto qualquer pratica é abominável para Deus.
Hebreus 13:4 Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará.
Ainda sobre o homossexualismo, efeminados, ele diz:
1 Coríntios 6:10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
Deus diz que não herdarão o reino de Deus. Sodomitas aqui se refere aos homossexuais e aqueles que praticam pecados sexuais. Outro texto que mostra isto é:
1 Timóteo 1:10 Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina,
Ser sodomita é ser contrário a Sã doutrina, ou seja os que aprovam as praticas homossexuais serão julgados por isto. Nós pregamos que Jesus pode salvar e transformar qualquer pessoa, veja:
1 Timóteo 1:15 Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.
Ele faz daquele que o recebe uma nova Criatura:
2 Coríntios 5:17 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
homossexualismo é uma prática aprendida e pode ser apagada e a pessoa pode deixar de ser um homossexual, há vários testemunhos de ex-homossexuais.O pecado gera escravidão, mas Jesus quer dar libertação:

João 8:36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
João 8:32 E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Deus tem um grande e infinito amor e tem o poder de libertar das drogas, dos vícios, do homossexualismo.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

O livro de apocalipse





Análise



1. Título

O livro de Apocalipse é o último livro do Novo Testamento, tanto em sua localização quanto ao período da formação do estenógrafo. Este é, provavelmente, o único livro do Novo Testamento cujo nome é dado em decorrência da primeira palavra encontrada nele, tais quais os títulos dos livros no cânon hebraico. Além disto, Apocalipse possui outras características particulares:

a) é o único livro profético do Novo testamento;
b) este livro traz uma bênção especial para aqueles que o estuda e uma maldição para aquele que “tirar quaisquer palavras do livro desta profecia”;
c) inclui três gêneros literários específicos: o profético (1.1.1), o epistolar (1.4-8), e apocalíptico.

2- Contexto Histórico As perseguições Imperais
3- Tema: O Futuro Glorioso dos Santos e a perdição dos Inpios.
4- Autor: João,apóstolo.
5-Data e local onde foi escrito .
81-95 d.C., na ilha de Patmos, durante o governo do imperador Domiciano.
6. Métodos de Interpretação do Livro
Quatro métodos principais são usados na interpretação do livro de Apocalipse. Dependendo do método adotado, os intérpretes podem chegar a conclusões totalmente díspares. Os principais métodos são: preterista, idealistas, historicistas e futuristas.
7- esboço Apocalipse apresenta a própria estrutura do livro no versículo dezenove do capítulo um: “Escreve as coisas que tens visto, e as que são, e as que depois destas hão de acontecer”. Seguindo o arquétipo apresentado pelo versículo em apreço podemos dividir o livro em três linhas principais:

I-As Coisas que tens Visto (1.1-20)
II- As Coisas que São (2.1-3.22) III- As Coisas que Depois Destas hão de Acontecer (4.1-22.21)

8- conteúdo As três divisões principais do livro de Apocalipse incluem um capítulo introdutório (1.1-19); quatro séries de sete: sete cartas (2.1-3.22), sete selos (5.1-8.1), sete trombetas (8.2-11.19) e sete flagelos (15.1-16.21).
Estas séries de sete abrem parênteses para os interlúdios que são encontrados entre o sexto e sétimo selo: as duas multidões (7.1-17); entre a sexta e a sétima trombeta: o anjo e o pequeno livro, medição do templo e as duas testemunhas (11.1-13). Entre a sétima trombeta e os sete flagelos há o terceiro interlúdio: o dragão, a mulher e o seu descendente (12.1-17), as duas bestas (13.1-18) e as visões de consolo (14.1-20).
Uma estrutura literária também pode ser observável: trata de quatro visões delineadas
no livro 1.9-11; 4.1; 17.1 e 21.9. Entretanto, existem pequenas unidades introduzidas pela frase, “e vi”, “e olhei”, por exemplo, 5.1,11; 6.1,9.

8.1. As Coisas que tens Visto (1.1-20)

A primeira seção de Apocalipse está dividida em três temas principais: Título e descrição do livro (1.1-3), Remetente e Destinatário (1.4-8), Deportação para Patmos e a visão de Jesus Glorificado (1.9-20).

8.2. As Coisas que São (2.1-3.22)

Esta segunda seção esta subdividida em sete missivas endereçadas às igrejas da Ásia:

Éfeso (2.1-7) Amada; Desejada

Esmirna (2.8-11); Mirrada; Amargura

Pérgamo (2.12-17); Fortificada; Alta

Tiatira (2.18-29); Sacrifício Perpétuo

Sardes (3.1-6); Renovados

Filadélfia (3.7-13); Amor Fraterno

Laodicéia (3.14-22). O Povo Reina


8.3. As Coisas que Depois Destas hão de Acontecer (4.1-22.21)

1) Capítulo 4

Esta nova seção do livro de Apocalipse (4.1-11) é um parêntese para as revelações dos juízos divinos. Este prelúdio trata da visão do Trono e da Glória Divina que cerca a habitação de Deus

2) Capítulo 5 e 6

O capítulo cinco é um interlúdio relacionado aos juízos do capítulo seis: os selos. Juízo sobre os ímpios só será executado se houver alguém digno de “abrir o livro selado por dentro e por fora, bem selado com sete selos”. O capítulo seis descreve a abertura dos primeiros seis selos. Vejamos a estrutura:


1º selo (6.2): Cavalo Branco - o Anticristo.

2º selo (6.3,4): Cavalo Vermelho – Guerra.

3º selo (6.5-6): Cavalo Preto - Fome

4º selo (6.7-8): Cavalo Amarelo - Morte

5º selo (6.9-11): Clamor dos Mártires - Justiça

6º selo (6.12-17): Terremoto - Abalo cósmico

7º selo (8.1-11.19): Sete Trombetas - Juízos


3) Capítulo 7

O capítulo sete é um interlúdio entre o sexto e o sétimo selo. Este parêntese está dividido em duas seções principais. O primeiro é uma visão sobre o que irá acontecer na terra. O outro daquilo que irá ocorrer no céu.

4) Capítulo 8 e 9

Estes capítulos concentram-se na abertura do último selo que desencadeia sete trombetas. Vejamos a estrutura das sete trombetas:


1º trombeta (8.7): 1/3 da vegetação é destruída

2º trombeta (8.8): 1/3 da vida oceânica e dos barcos é destruída

3º trombeta (8.10): 1/3 da água doce é envenenado

4º trombeta (8.12): 1/3 do sol, da lua e das estrelas se escurecem

5º trombeta (9.1): Abre-se o abismo, sofrimento sobre os homens

6º trombeta (9.13): Solto os quatros anjos presos junto ao Eufrates

7º trombeta (11.15): Declaração do domínio de Cristo

5) Capítulo 10 e 11

Os capítulos 10 e 11 são parênteses entre a sexta e a sétima trombeta e devem ser considerados como uma unidade parentética. O capítulo 10 trata da mensagem do anjo de Deus e do livro comido por João, enquanto o 11, da medição do templo de Deus (11.1-2) e do ministério das duas testemunhas (11.3-14).

6) Capítulo 12

Este capítulo trata especificamente do Diabo e Israel. A mulher, provavelmente, representa a nação de Israel. O capítulo doze pode ser apresentado como se segue:

a) O ódio de Satanás contra Israel no passado (12.1-5);

b) O ódio de Satanás contra Israel no futuro (12.6-17).

7) Capítulo 13

Este capítulo está dividido em duas seções principais: a besta que subiu do mar (13.1-10) e a besta que subiu da terra (13.11-18). A besta que sobe do mar retrata o poder político e mundial do Anticristo, enquanto a que sobe da terra, o falso profeta (16.13; 19.20), relaciona-se ao poder religioso do Anticristo. Esta é a trindade satânica (cf.16.13).

8) Capítulo 14 a 16

Os capítulos 14, 15 e 16 formam uma seção que inclui o juízo de Deus através das sete taças. Entretanto, o 14, descreve os eventos que precedem estes juízos.

O capítulo 14 trata da doxologia dos santos. As características dos remidos que compõem este coral celeste encontram-se no versículo 4 e 5.

O capítulo 15, inicia-se com uma expressão modelo de João “e vi”. É uma elaborada introdução aos juízos das sete taças – sete anjos que tinham as sete últimas pragas. O propósito destes juízos encontra-se na parte final do versículo um: “porque nelas é consumada a ira de Deus”. Três visões seguem esta seção introdutória:

a) Visão dos “sete anjos com as sete últimas pragas” (v.1)

b) Visão do “mar de vidro misturado com fogo” (vs.2-4)

c) Visão do templo (vs.5-8).

O capítulo 16 trata dos sete anjos cada um deles possuindo uma taça de juízo para ser derramado sobre a terra (v.1). Vejamos:

1º taça (16.2): Chagas malignas sobre os seguidores do Anticristo

2º taça (16.3): Total envenenamento da água salgada

3º taça (16.4-7): Total envenenamento da água doce

4º taça (16.8,9): Calor abrasador do sol

5º taça (16.10,11): Escuridão na capital do Anticristo

6º taça (16.12-16): Seca-se o Eufrates

7º taça (16.17-21): Maior terremoto e tormenta de granizo do mundo

9) Capítulo 17, 18 e 19

O capítulo 17 e 18 formam uma unidade. Enquanto o capítulo dezessete descreve a destruição dos sistemas religiosos do mundo, identificado como Babilônia, a meretriz (vs.1-6), o dezoito trata dos sistemas políticos e econômicos do mundo. As bases históricas para estes capítulos encontram-se no antigo paganismo e na política do império romano.


10) Capítulo 20

Este capítulo descreve a instituição do reino milenar do Cordeiro. Podemos dividir o capítulo nas seguintes seções:

a) Prisão de Satanás (1.1-3);

b) A Grande Ressurreição ( 20.6);

c) O Grande Reinado (20.4,6);

d) A Grande Rebelião (20.7-10);

e) O Grande Trono (20.7-10).

11) Capítulo 21 e 22

O capítulo 21 tem como tema “a apresentação da esposa do Cordeiro” (21.9). Podemos encontrar nestes dois capítulos:

a) Visão do Novo Céu e da Nova Terra (21.1).

b) Visão da Cidade Santa (21.2-22.5).

O livro encerra com algumas admoestações específicas e com a expectativa da Vinda do Cordeiro.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Já não vivo eu,Mas Cristo vive em Mim




Morrendo diariamente "Eu morro todos os dias!" Os grandes estudiosos da história talvez não entendam essas palavras. Mas, elas são muito bem compreendidas por cada cristão vitorioso. O segredo para a vida cristã é encontrado nessas palavras, escritas pelo apóstolo Paulo cerca de 2008 anos atrás. Ele não somente escreveu sobre essa morte aos crentes de Corinto, mas também aos seguidores de Cristo na Galácia e Roma. Paulo compreendia que a vida vitoriosa era fruto da vida crucificada.
Mas, o que exatamente ele queria dizer quando ele escreveu em I Coríntios 15:31: "Eu vos declaro que cada dia morro"?. Paulo estava falando sobre uma realidade espiritual que muitos cristãos têm falhado em compreender. Esta verdade é a chave que abre a porta da vida cristã vitoriosa. É o fundamento sobre o qual a vitória é construída em nossas vidas. É o elemento que dá a cada crente a vitória sobre as áreas da vida dele ou dela, com as quais parece que lutamos eternamente. Da morte de Cristo vem a maior

A natureza da Oração





A oração é o coração do homem em comunhão com o coração de Deus, o Pai. É o coração do Pai derramando graça e misericórdia sobre o coração do homem. Éo coração do homem, na sua inteireza, buscando conhecer o coração de Deus na sua inteireza. A oração é, essencialmente, a comunhão de dois corações.
C. H. Spurgeon declarou: "A verdadeira oração não e um mero exercício mental, nem uma apresentação vocal, mas é algo muito mais profundo do que isso. É comunhão espiritual com o Criador dos céus e da terra. Deus é espírito invisível aos olhos mortais e perceptível apenas ao homem interior; o nosso espírito que vive em nós, gerado pelo Espírito Santo na nossa regeneração. A oração e um negocio espiritual do inicio ao fim e seu objetivo não termina com o homem, mas alcança o próprio Deus."
Essa visão é um tanto diferente da prática moderna da oração. Vivemos numa sociedade tecnológica, capaz de atender imediatamente os nossos anseios. Temos de tudo, desde purê de batatas instantâneo, até relatório instantâneo da bolsa. Somos a geração do "instantâneo".
Mas, não acontece assim no nosso relacionamento com Deus. Nos não podemos entrar ou sair instantaneamente da presença de Deus. Oração requer tempo. Precisamos aprender, como lemos em Salmos 46:10, "Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus (...)"
Há dois aspectos importantes na comunhão com Deus. Primeiro, precisamos entender que só temos acesso a comunhão com o Pai através de Jesus. Segundo, precisamos aprender a esperar no Senhor e meditar na sua Palavra.

domingo, 14 de setembro de 2008

Levantai os Olhos


Levantai os olhos... E vede o campo
Lá fora, além das paredes que te cercam.
E protegem, longe do calor que te aquece. O corpo e o coração, esta a grande vinha do Senhor;

Crianças que perderam os pais,
Mil mulheres que vendem o corpo,
Milhões de jovens que procuram uma razão de ser;
Povo, que é teu povo, caminhando.
Irremediavelmente para o abismo...
Pára. Olha. Pensa. E ouve teu desafio
Na própria voz do Mestre:

“Levantai os olhos e vede”.
“Vai hoje trabalhar na vinha”.

Ainda é tempo de obedecer Alcançar a vinha aqui, ali, além;
Sustentando aqueles que vão,
Onde estiver um deles pregando a salvação,
Tu estarás também.

A busca da Santidade


Santidade parece ser uma palavra que se perdeu no vocabulário cristão moderno e raramente é compreendida pelo cristão do século XXI. Porém, as Escrituras afirmam, categoricamente: "Segui a paz com todos, e a santificação; sem a santificação ninguém verá o Senhor" (Hb. 12:14). É impossível ver Deus sem santidade de vida e de coração. Nós nunca vamos ver e conhecer a vitória que Ele nos dá sem santidade. Nós não vamos conhecer a glória de Deus sem santidade. Se desejamos ver Deus trabalhar nas nossas vidas, então, devemos diligentemente buscar santidade.
O que é santidade e como a obtemos? A santidade bíblica vem de uma palavra grega que significa, basicamente: "uma vida separada para Deus". Uma pessoa não pode ter uma vida e conduta santas enquanto tentar segurar-se em Deus com uma mão e ao mundo com a outra. Uma vida santa é aquela que se rendeu completamente a Deus. Não significa que a pessoa seja perfeita. Simplesmente, significa que ela deu sua vida a Deus e está no processo de ser aperfeiçoado.
A santidade de vida, na verdade, começa com ela nos buscando e continua conosco buscando-a. A santidade é um processo que começa no momento da conversão. Quando o Espírito de Cristo entra em nosso coração, a santidade entra junto, porque Seu Espírito é o Espírito Santo. É nesse momento que o processo começa - a conformidade à imagem de Cristo. É um processo para toda a vida.
É importante entender dois princípios básicos. Primeiro, nós não podemos santificar a nós mesmos. Essa é a obra profunda do Espírito Santo em nossas vidas. Por outro lado, nós devemos buscar a santidade de vida. Devemos buscar a obra do Espírito Santo para nos tornarmos à imagem de Cristo. A palavra grega usada em Hebreus 12:14 que diz que devemos "seguir a paz com todos, e a santificação" é a mesma usada pelo caçador procurando sua presa. Nós, também, somos exortados a buscar a santidade da mesma maneira; ou seja, com diligência.
Nós temos todos os recursos que precisamos para nos tornarmos santos. Nós temos a habitação do Espírito Santo, a Bíblia, a vitória de Cristo na cruz, e a comunhão cristã. Por que, então, devemos buscar a santidade? Estes recursos maravilhosos nunca devem ser esquecidos. Se nossas vidas serão vitoriosas, devemos buscar a santidade com fervor. Por exemplo, por causa da morte de Cristo na cruz, devemos ter comunhão uns com os outros. Porém, ainda precisamos procurar uma igreja (a comunhão dos crentes) onde podemos interagir e crescer na nossa fé. O mesmo acontece com a santidade de vida. Por causa da presença do Espírito Santo em nós, temos tudo que precisamos para a vitória. Porém, ainda precisamos buscar a liderança e o fortalecimento do Espírito de Deus para vivermos esta vitória.
O crente é chamado para ser um seguidor. Ao seguirmos (buscarmos) a liderança do Espírito Santo nas nossas vidas, nós vamos sobrenaturalmente sermos naturalmente conformados à imagem de Cristo. Esta é a estratégia do cristão para a vitória. Nós simplesmente nos determinamos a buscar o Espírito Santo. Nós obedecemos Sua liderança. Seguimos Sua orientação. O resultado final é a santidade de vida, pureza de coração. Nossa conduta se torna o que agrada a Deus. A vida cristã começa com a santidade nos buscando. Mas, a vitória é mantida ao buscarmos a santidade.